Entrevista Expressa
O veículo dá reinício às entrevistas com atores do mundo dos zines. Quem primeiro responde é Nanû (Paulo Silva), de Araçatuba/SP. Contatos com ele pelo dadazdawa@hotmail.com
Expresso 2222 - Quais os trabalhos que está publicando e os que já publicou na cena independente?
NANÛ- Estou rabiscando meu próximo romance, "O diálogo". Terminei o segundo romance, "Tales - a pequena moeda de 1938". O primeiro romance foi "O Vaticano". Já publiquei vários livros de putoesias e contos. Livretos perdi a conta. Fora outros, como zines, cartazes, desenhos, putoesias etc.
E - Como lida com a disputa profissão versus fanzinagem?
N - Tempo a gente arruma pra tudo.
E - A internet com sua profusão de blogs é uma realidade inegável. O zine de papel já estaria vivendo seus últimos dias?
N - Não, os zines de papel são ervas daninhas, não morrem nem a rajada.
E - Qual sua vivência mais marcante, até hoje, dentro da cena independente?
N - De descobrir-se erva daninha.
E - Há alguma grande crítica em relação à cena?
Sim, que tomem cuidado para que não se transformem apenas em um produto a ser consumido.
E - Algum grande elogio?
N - Ao som da Arseslaughter respondo: Faça você mesmo, não espere por ninguém.
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 21h28
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