Georg Philipp Friedrich von Hardenberg (Oberwiederstedt, Harz, 2 de maio de 1772 — Weissenfels, 25 de março de 1801), Freiherr (Barão) von Hardenberg, mais conhecido pelo pseudônimo Novalis, foi um dos mais importantes representantes do romantismo alemão de fins do século 18 e o criador da flor azul, um dos símbolos mais duráveis do movimento romântico.
Seguem frases pinçadas do livro Pólen: Fragmentos, Diálogos, Monólogo.
“O artista é inteiramente transcendental.”
“Poesia é a grande arte da construção da saúde transcendental. O poeta é, portanto, o médico transcendental.”
“A poesia reina e impera com dor e cócega; com prazer e desprazer; erro e verdade; saúde e doença. Mescla tudo para seu grande fim dos fins — a elevação do homem acima de si mesmo.”
“Entre os antigos era a religião já em certa medida aquilo que deve tornar-se entre nós — poesia prática.”
“Estamos em relações com todas as partes do universo, assim como com o futuro e a antiguidade.”
“Se o espírito santifica, então todo livro genuíno é bíblia.”
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 12h20
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Paulo Silva — Nanû — enviou forças ao blog e algumas putoesias. Segue uma:
MONÓLOGO DA TERRA TRABALHO E CAPITAL
A santíssima trindade capitalista
Privilegia a capitalista trindade santíssima
Num baile de máscaras
Onde você é apenas o garçom
(Doca - SÃO secretas as matanças da miséria na América Latina; em cada ano explodem, silenciosamente, sem qualquer estrépito, três bombas de Hiroxima sobre estes povos, que têm o costume de sofrer com os dentes cerrados.)
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 20h28
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Inaugurado est o blog do veículo Expresso 2222. Caberá aqui o que for culturalmente produtivo. O que for humanamente consciente. Ou conscientemente humano. Poesia & prosa, informação, eventos, opiniões, recados e — por que não? — aquela receita de pão de queijo da avó, trancada a 7 chaves no baú do sótão. Encurtando o papo: tudo. Todos da lista, e quem mais vier, serão chamados a blogar. Vai o primeiro poema. E o primeiro evento. E a primeira opinião. Sendo os primeiros, a gente nunca esquece. Segura forte o estribo, que o bonde corre!
Escrito por veiculoexpresso2222 às 19h50
[]
[envie esta mensagem]
[link]

|