72º LARANJEIRART O Laranjeirart é um evento mensal promovido pela Prefeitura Municipal de Laranjeiras, através da Secretaria de Cultura e Turismo, que busca incentivar e divulgar o rico trabalho cultural desenvolvido por artistas laranjeirenses. Nas tardes de todo primeiro domingo do mês, grupos artísticos nas áreas do folclore, da dança, do teatro e da música se apresentam no coreto da praça da Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus, ao mesmo tempo em que acontece uma feirinha de comidas produzidas pelas doceiras e quituteiras da cidade. PROGRAMAÇÃO DOMINGO – 01 de março de 2009 16:00h – Abertura da feirinha Apresentações: 17:00h – Grupo folclórico Reisado de Soró 17:30h – Grupo de dança Projeto Meninas da Comandaroba 18:45h – Grupo de percussão Projeto Meninos da Comandaroba 20:00h – Filarmônica Sagrado Coração de Jesus (Concerto “Marchinhas de carnaval”)
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 20h16
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DICA: A revista Humor em Quadrinhos # 3 saiu pela Nossa Visão Quadrinhos, edição especial de Natal, com 8 páginas, sendo 3 histórias e duas tiras. O legal deste projeto é que os caras têm o apoio da Prefeitura de São Paulo e o zine sai digrátis. Se você estiver a fim de conhecer o trampo (e eu recomendo que os panacões que tão aí jogando videogame leiam), entre no blog deles e baixem a revista no 0800: http://humoremqua drinhos.blogspot.com Ou entre em contato por e-mail: nossa_visao@ yahoo.com.br É um trabalho bem bacana e que vale a pena conferir.
[Marcelo Dolabela de Amorim, Dola, Belo Horizonte/MG, in http://fotolog.terra.com.br/khneira
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 23h25
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Entrevista Expressa
O veículo dá reinício às entrevistas com atores do mundo dos zines. Quem primeiro responde é Nanû (Paulo Silva), de Araçatuba/SP. Contatos com ele pelo dadazdawa@hotmail.com
Expresso 2222 - Quais os trabalhos que está publicando e os que já publicou na cena independente?
NANÛ- Estou rabiscando meu próximo romance, "O diálogo". Terminei o segundo romance, "Tales - a pequena moeda de 1938". O primeiro romance foi "O Vaticano". Já publiquei vários livros de putoesias e contos. Livretos perdi a conta. Fora outros, como zines, cartazes, desenhos, putoesias etc.
E - Como lida com a disputa profissão versus fanzinagem?
N - Tempo a gente arruma pra tudo.
E - A internet com sua profusão de blogs é uma realidade inegável. O zine de papel já estaria vivendo seus últimos dias?
N - Não, os zines de papel são ervas daninhas, não morrem nem a rajada.
E - Qual sua vivência mais marcante, até hoje, dentro da cena independente?
N - De descobrir-se erva daninha.
E - Há alguma grande crítica em relação à cena?
Sim, que tomem cuidado para que não se transformem apenas em um produto a ser consumido.
E - Algum grande elogio?
N - Ao som da Arseslaughter respondo: Faça você mesmo, não espere por ninguém.
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 21h28
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Foto: Virgilene Araújo
Trilhas d'versos
Quarto de hotel
Na solidão dessa insônia
não conto carneirinhos:
conto estrelas
uma a uma
expostas feito um quadro
na moldura da janela.
(Rogério Salgado)
Exposição vida e obra em
comemoração aos 55 anos de
vida do poeta Rogério Salgado.
De 13 a 31 de janeiro de 2009.
Abertura: Dia 13 de janeiro de 2009
às 19 h, no Centro Cultural Venda Nova
Rua José Ferreira Santos, 184
Novo Letícia - Belo Horizonte/MG
Ônibus: 601 - 635 - 2224 A e C
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 01h17
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Fanzine do Grupo Quadrante Sul # 02
Será lançado neste final de semana o segundo número do Fanzine do Grupo Quadrante Sul. Formado por desenhistas, fanzineiros e colecionadores de quadrinhos de Porto Alegre (RS) e Região Metropolitana, o grupo vem reunindo-se desde 2004 para desenvolver uma série de projetos ligados à área das histórias em quadrinhos e fanzines.
Editado pelo alvoradense Denilson Rosa dos Reis, o fanzine traz um apanhado do que foi discutido pelo grupo durante o ano, ilustrações dos desenhistas Anderson Ferreira (Alvorada), Diego Müller (Estância Velha), Gervásio Santana (Sapucaia do Sul) e Marcel de Souza (Novo Hamburgo), além de fotos dos encontros.
O fanzine tem 8 páginas, é reproduzido em xerox e traz capa de Juliano Machado (São Leopoldo) com arte-final de Alex Doeppre (Novo Hamburgo).
Mais informações entre em contato c/ Denilson: tchedenilson@gmail.com
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 21h47
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O piano que mamãe tocava
(O último concerto)
Venderam o piano que mamãe tocava
a sala hoje, encontra-se vazia.
No tempo do tempo do tempo
havia no canto de nossa velha casa
da Rua Doutor Mattos
além do criado-mudo e móveis mais
a canção e a vida, na viagem
do piano que mamãe tocava.
– Quase tudo tem seu preço.
O piano que mamãe tocava
não tinha preço: tinha valor –
A tristeza e a alegria
na história dessa senhora
e o toque sutil de suas mãos
tão calejadas e sofridas
faziam todas as canções, belas.
Hoje, o canto encontra-se vazio
mas a nostalgia embala a criança
que amadureceu criança
nas lembranças daquele tempo.
Acordaram todos os sonhos
a velha senhora se foi
e a canção desencantou-se
no dia em que venderam
o piano que mamãe tocava.
[Rogério Salgado – Belo Horizonte/MG]
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 22h52
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Infância
A Luiz Antônio Martins Pimenta
Eu não perdi a minha infância na memória
[da rua que não existe mais, do mendigo que ficava na esquina, das janelas que abriam aos domingos. O sol, velho companheiro, já não brilha como brilhava antes. A minha casa não mais existe: A solidão mora lá. Mas eu não perdi a minha infância na memória
[da rua que não existe mais.
Minha mãe tinha as mãos serenas e o carinho nos olhos. E jogar bolinhas de gude era xadrez. Tinha amigos, poucos, mas tinha. O ser humano é assim! Talvez viver a fantasia seja o maior prazer, o único prazer. Lembro do meu pai, eterno companheiro, que caminhava com botas no jardim. E as flores, ah! as flores... Eram lindas como os olhos da amada, da doce menina escolar que eu nunca encontrei. Eu não perdi a minha infância na memória
[da rua que não existe mais.
Ela permanece no olhar do inconsciente, revisita o quarto, a cozinha, o tapete virado na sala. Ela reside no toque que se dá na arca, na parede,
[no vitrô, no ladrilho invisível do meu olho. Mas eu não perdi a minha infância na memória
[da rua que não existe mais,
apenas ficou mais distante no baú do coração.
[Walmor Dario Santos Colmenero - São Vicente/SP - in: Tributo Vivo]
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 09h20
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Mulher
ao primeiro olhar se via. tinha exata e feminina geografia: por fora – bela viola por dentro – puro sentimento!
[Tânia Diniz – Belo Horizonte/MG]
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 22h03
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O Zine Brasil: Vitrine das Hq's Nacionais é um site editado pela roteirista Michelle Ramos, voltado UNICAMENTE à publicação e divulgação dos Quadrinhos Brasileiros, seus artistas, heróis e universo independente. Com entrevistas, biografias, colunas, artigos e resenhas; resumindo, 100% Quadrinho Brasileiro!
HQ NACIONAL? O LUGAR É AQUI!
Visite o site >> http://zinebrasil.wordpress.com/
Dúvidas, sugestões e colaborações >> zinebrasil@gmail.com
Visite nossa Loja Virtual >> http://zinebrasil.wordpress.com/loja-zb/ e caso queira sua revista ou zine lá, entre em contato por e-mail!
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 19h54
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Editado por Aline Ebert, de São Leopoldo (RS), o site www.ninaflores.net/fanzine é um espaço para veiculação de comentários sobre zines recebidos, divulgação de projetos que estão acontecendo e notícias sobre a bonita arte do corte, colagem e cópias para distribuição pessoal ou via Correios. Confira as notícias mais recentes, links, fotos e muito mais. Vale a visita. Ah, aproveite e conheça o zine Relicário de Palavras, outro supertrabalho de Aline Ebert.
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 17h27
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Georg Philipp Friedrich von Hardenberg (Oberwiederstedt, Harz, 2 de maio de 1772 — Weissenfels, 25 de março de 1801), Freiherr (Barão) von Hardenberg, mais conhecido pelo pseudônimo Novalis, foi um dos mais importantes representantes do romantismo alemão de fins do século 18 e o criador da flor azul, um dos símbolos mais duráveis do movimento romântico.
Seguem frases pinçadas do livro Pólen: Fragmentos, Diálogos, Monólogo.
“O artista é inteiramente transcendental.”
“Poesia é a grande arte da construção da saúde transcendental. O poeta é, portanto, o médico transcendental.”
“A poesia reina e impera com dor e cócega; com prazer e desprazer; erro e verdade; saúde e doença. Mescla tudo para seu grande fim dos fins — a elevação do homem acima de si mesmo.”
“Entre os antigos era a religião já em certa medida aquilo que deve tornar-se entre nós — poesia prática.”
“Estamos em relações com todas as partes do universo, assim como com o futuro e a antiguidade.”
“Se o espírito santifica, então todo livro genuíno é bíblia.”
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 12h20
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Paulo Silva — Nanû — enviou forças ao blog e algumas putoesias. Segue uma:
MONÓLOGO DA TERRA TRABALHO E CAPITAL
A santíssima trindade capitalista
Privilegia a capitalista trindade santíssima
Num baile de máscaras
Onde você é apenas o garçom
(Doca - SÃO secretas as matanças da miséria na América Latina; em cada ano explodem, silenciosamente, sem qualquer estrépito, três bombas de Hiroxima sobre estes povos, que têm o costume de sofrer com os dentes cerrados.)
Escrito por Assim se ouviu no bonde... às 20h28
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Inaugurado est o blog do veículo Expresso 2222. Caberá aqui o que for culturalmente produtivo. O que for humanamente consciente. Ou conscientemente humano. Poesia & prosa, informação, eventos, opiniões, recados e — por que não? — aquela receita de pão de queijo da avó, trancada a 7 chaves no baú do sótão. Encurtando o papo: tudo. Todos da lista, e quem mais vier, serão chamados a blogar. Vai o primeiro poema. E o primeiro evento. E a primeira opinião. Sendo os primeiros, a gente nunca esquece. Segura forte o estribo, que o bonde corre!
Escrito por veiculoexpresso2222 às 19h50
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